Comecei a apresentar sintomas de acne com 13 anos. Uma espinha aqui, outra ali, quando me dei por conta estava com o rosto tomado por espinhas. Elas até incomodavam, mas todos e isso inclui meus pais, falavam que isso era coisa da idade e que era só uma questão de tempo até que eu melhorasse. O tempo foi passando e nada de melhora, pelo contrário, elas só pioravam e ficavam cada vez mais inflamadas.
A situação
O quadro de espinha que eu apresentava no começo eram uns caroços, nada muito grave. Com o passar do tempo esses caroços foram se tornando espinhas, o que logo mais virou acne inflamada, e posteriormente acnes lesionadas. Essa última foi o pior estágio que eu pude sentir, elas apareceram na testa e nas bochechas e doíam bastante, principalmente na hora de enxugar o rosto e de dormir, porque quando o rosto encostava no travesseiro já apertava a espinha e vinha a dor. Muitas das vezes tinha que dormir em uma só posição.Também havia espinhas nas costas, no colo e no pescoço, essas eram menores porém em grande quantidade.
Assim como em toda e qualquer pessoa que apresenta quadros de acne resistente, logo veio a baixa auto- estima. Havia dias em que eu não queria me olhar no espelho, só para não ver aquela realidade assustadora. As pessoas falam que beleza não é tudo (e realmente não é), entretanto não é nada animador passar a mão no rosto e ficar sentindo caroços e a sua mão vir cheia de óleo. Era preciso fazer alguma coisa. Visivelmente era preciso fazer alguma coisa. Minha mãe percebeu minha situação e me levou ao dermatologista. Daí começava uma longa jornada que ia levar meu rosto a ser o que era antes.




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